quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

RPDC 🇰🇵 1-1 🇮🇶 Iraque


Na estreia na Copa da Ásia sub-20, a seleção norte-coreana empatou com o Iraque em uma partida de muita disputa física e marcada por alternâncias no domínio do jogo.

Os comandados de Jon Chol foram a campo no 4-4-2, com basicamente a mesma composição da equipe que disputou a fase eliminatórias no ano passado.

No primeiro tempo, diante da postura agressiva do Iraque, que marcava forte, chegava duro nas divididas e tentava manter a posse com imposição física, a RPDC foi coadjuvante, criando apenas algumas jogadas esporádicas. A melhor delas veio aos 8 minutos, quando Kim Se Jin (17) finalizou dentro da área, mas viu o defensor adversário bloquear com o peito e mandar para escanteio.

Diante de um Iraque mais impositivo, a defesa norte-coreana foi constantemente ameaçada e acabou cedendo o gol aos 31 minutos, quando Aymen Luay finalizou livre de marcação dentro da área após cruzamento de Karrar Jaafar pela esquerda.

No segundo tempo, porém, a Coreia voltou com uma postura mais agressiva e começou a entrar de vez no jogo, deixando o jogo mais equilibrado.

As entradas de Yun Su Ung (19) e Kim Jin Song (8) surtiram o efeito esperado pelo treinador norte-coreano e a seleção Chollima chegou ao gol do empate aos 17 minutos, com Jin Song finalizando de primeira dentro da área.

As jogadas pelas pontas, características desta seleção do leste asiático, foram bem exploradas, causando bastante trabalho à defesa iraquiana.

Embora o Iraque ainda mantivesse maior posse de bola, teve muitas dificuldades na criação, diante de uma marcação mais forte da RPDC.

Nos minutos finais, as equipes alternaram-se no campo ofensivo, mas com poucas jogadas de perigo, o que resultou na manutenção do placar.

Mais tarde, também pelo grupo B, a Arábia Saudita venceu a Jordânia pelo placar mínimo.

O próximo compromisso da RPDC será no domingo (16), contra a Jordânia, pela segunda rodada.

Jogaram: 1-Hong Kil Ryong, 2-Kim Jin Won, 22-Ri Song Hung, 4-Sung Hak Myong, 3-Han Jae Yong, 9-Jong Su Hun, 20-Pak Il Gwang (19-Yun Su Ung 42"), 21-Hong Paek Hyon, 17-Kim Se Jin, 10-Choe Kuk (11-Ra Mu Ryong 85") e 7-Ri Jong Dok (8-Kim Jin Song 58")

Melhores momentos

terça-feira, 10 de dezembro de 2024

Seleção Nacional de Futebol celebra seu 30º aniversário


A Seleção Nacional de Futebol (국가종합축구단) celebrou seu 30º aniversário de fundação.

Desde os primeiros dias de sua organização, o grande Dirigente camarada Kim Jong Il resolveu todos os problemas pendentes no treinamento, na vida e na formação de futebolistas.

Sob a sábia direção e amor do estimado camarada Kim Jong Un, a seleção feminina vai alcançando um rápido sucesso como equipe forte de classe mundial.

As futebolistas coreanas triunfaram nas edições de 2013 e 2015 da Copa do Leste Asiático.

Em 2016, ganharam a Copa do Mundo de futebol feminino sub-17 e a Copa do Mundo de futebol feminino sub-20 e voltaram a conquistar estas competições, pela terceira vez, em setembro e novembro deste ano.

Foi realizado em 9 de dezembro o ato comemorativo com a participação de Kim Song Gol, secretário-chefe do Comitê do Partido do Trabalho da Coreia no Ministério dos Esportes, Sin Yong Chol, secretário-geral da Associação de Futebol, além de quadros diretivos interessados, funcionários, empregados, jogadores e treinadores e comissão técnica.

O discurso da ocasião esteve a cargo do diretor da Seleção Nacional de Futebol, Kim Chol Man.

Agência Central de Notícias da Coreia (10.12.2024)

domingo, 8 de dezembro de 2024

O aspecto do desenvolvimento do futebol feminino da Coreia, que ascende rapidamente à posição de potência mundial

Apoiando a grandiosa intenção do Partido de construir uma potência, e ampliando o ímpeto do avanço de todo o povo rumo à prosperidade integral do Estado, as gloriosas notícias de vitória da nossas seleções de futebol feminino, que se espalharam durante todo o ano, estão embelezando brilhantemente este ano significativo.

Os resultados extraordinários de nossas seleções de futebol feminino, das categorias sub-17 e sub-20, que conquistaram 4 taças de campeãs nos torneios internacionais realizados este ano, foram eventos que abalaram o cenário futebolístico mundial.

As vitórias consecutivas alcançadas por nossas confiáveis futebolistas, juntamente com o feito sem precedentes de conquistar, até agora, a Copa do Mundo de futebol feminino sub-20 e a Copa do Mundo de futebol feminino sub-17 três vezes, em nome da dignidade e honra da pátria, demonstram claramente o poder e a perspectiva de desenvolvimento da seleção de futebol feminino da Coreia, que consolida sua posição dominante na Ásia e no mundo, e evidencia sua ascensão rápida à posição de potência.

O estimado camarada Kim Jong Un disse como segue:

"O esporte desempenha um papel muito importante no fortalecimento do poder nacional, na exaltação da dignidade e honra da pátria, no aumento do orgulho e autoconfiança do povo, e em fazer com que o temperamento revolucionário transborde em toda a sociedade."

O futebol feminino, que foi reconhecido como modalidade oficial pela Federação Internacional de Futebol (FIFA) na década de 1970, ganhou grande atenção de inúmeros especialistas e entusiastas do futebol a partir da primeira Copa do Mundo de futebol Feminino em 1991, e desde então trilhou um caminho de rápido desenvolvimento como um esporte de popularidade internacional.

No novo século, a FIFA decidiu discutir e estabelecer a realização de torneios a cada dois anos para jogadores com menos de 20 anos e menos de 17 anos, com o objetivo de acelerar o desenvolvimento e a promoção do futebol feminino, além de fomentar de maneira mais prospectiva a formação de novos talentos em nível mundial.

Esses torneios, antes de serem apenas competições divididas por faixa etária, tornaram-se uma avaliação abrangente do desenvolvimento do futebol feminino nos respectivos países e do estado de formação de novos talentos, oferecendo uma visão do potencial de crescimento. Por isso, têm atraído grande atenção da comunidade futebolística mundial.

O torneio para seleções de futebol feminino com menos de 20 anos, que teve início com o Campeonato mundial de futebol feminino sub-19 de 2002, passou a ser denominado Copa do Mundo de futebol feminino sub-20 da FIFA a partir de 2008. A partir deste ano, o número de equipes participantes aumentou para 24, ampliando a escala da competição e elevando ainda mais sua popularidade.

O torneio para seleções de futebol feminino com menos de 17 anos, que teve início com a Copa do Mundo de futebol feminino de 2008, conta com a participação de 16 das melhores seleções selecionadas de cada região. A competição, que até então era realizada a cada dois anos, passará a ser realizada anualmente de 2025 a 2029.

As notáveis atuações das jogadoras de nosso país nos torneios sub-20 e sub-17 realizados nos períodos anteriores causaram um grande impacto na comunidade mundial do futebol feminino.

As equipes de futebol feminino sub-20 e sub-17 do nosso país conquistaram seu primeiro título nas edições da Copa do Mundo de futebol feminino sub-20 e da Copa do Mundo de futebol feminino sub-17 realizadas na Rússia em 2006 e na Nova Zelândia em 2008, respectivamente. Além disso, alcançaram a honra de conquistar o título da Copa do Mundo de futebol feminino sub-20 e da Copa do Mundo de futebol feminino sub-17 realizadas em 2016.

Assim, a seleção de futebol feminino sub-20 do nosso país se tornou uma das três seleções mais vitoriosas da história da competição, com três títulos da Copa do Mundo, enquanto a seleção sub-17 se consagrou como a mais vitoriosa, sendo a primeira tricampeã.

Esses feitos extraordinários no esporte consolidaram ainda mais a posição do futebol feminino da RPDC como uma potência mundial, servindo como um marco importante que exibiu ao mundo o brilhante potencial do esporte no país.

Nossas jogadoras de futebol feminino demonstraram, durante as edições anteriores das competições sub-20 e sub-17, o espírito de equipes fortes que avançam em direção à vitória.

No futebol, um esporte coletivo, a forte força mental, alta coesão, organização e união das nossas jogadoras de futebol feminino se tornaram o fator decisivo para determinar o resultado das partidas.

A superioridade ideológica e mental demonstrada por nossas jogadoras, repletas de fervor patriótico e intenso desejo de ver nossa digna bandeira nacional tremulando no céu do mundo, foi, sem dúvida, a característica única do futebol feminino da RPDC. Essa força foi o fator decisivo que possibilitou a conquista do título em cada uma das competições.

Nossa seleção sempre garantiu o domínio nas partidas contra várias equipes fortes, como os Estados Unidos, Japão, Brasil, Espanha e França, por meio da habilidade em aplicar taticamente um sistema baseado na coesão coletiva e na máxima utilização da capacidade de cooperação mútua e integração no campo.

Numerosos especialistas e veículos de mídia do futebol mundial elogiaram o fato de nossa seleção, nas edições deste ano das Copas do Mundo sub-20 e sub-17, ter superado todas as equipes favoritas, desafiando a concepção estabelecida de "superioridade da Europa e América no futebol". Eles destacaram que esses impressionantes resultados não se devem apenas à alta capacidade técnica das nossas jogadoras, mas, acima de tudo, à sua determinação em lutar incansavelmente por sua pátria.

As seleções de futebol feminino da RPDC utilizaram de forma ativa um estilo de jogo ofensivo nas partidas contra várias equipes fortes.

Desde a fase de grupos da terceira edição da Copa do Mundo de futebol feminino sub-20, realizada na Rússia em 2006, até a fase final, nossa seleção conquistou seis vitórias consecutivas, marcando um total de 18 gols e sofrendo apenas um gol, demonstrando uma habilidade impressionante.

Na final contra a seleção da China, desde o início, nossa seleção adotou uma postura agressiva no ataque, vencendo por um impressionante placar de 5 a 0. Esse resultado confirma as qualidades e habilidades técnicas ofensivas das nossas jogadoras.

Na época, diversos meios de comunicação internacionais elogiaram o desempenho de nossa seleção, descrevendo-a como "uma seleção da RPDC que demonstrou alta técnica, grande resistência e impressionante organização", "o estilo de ataque da RPDC que deixou muitas equipes preocupadas", e "uma equipe de futebol feminino da RPDC imparável", expressando seu grande apreço pelas nossas jogadoras.

Nossa seleção conquistou sete vitórias consecutivas nas sete partidas da Copa do Mundo de futebol feminino sub-20 da FIFA 2024, marcando um total de 25 gols e demonstrando um impressionante poder de ataque.

Especialistas e veículos de mídia do futebol mundial destacaram que, na final, nossas jogadoras impuseram uma pressão decisiva sobre a equipe do Japão com uma defesa sólida, intensa marcação, cercos e cobertura total, causando um grande impacto no adversário. Eles também ressaltaram que nossa superioridade no jogo e confiança foram fundamentais para exercer tal domínio sobre a equipe adversária.

Nossas jogadoras de futebol feminino utilizaram táticas de jogo eficazes, adaptadas à situação da partida e à equipe adversária, e demonstraram habilidades individuais excepcionais, expressando plenamente seu talento em cada jogo.

As vitórias nas Copas do Mundo de futebol feminino sub-20 e sub-17 da FIFA 2024 foram um marco importante, consolidando ainda mais a posição da nosso país como uma potência mundial no futebol feminino.

Nossas jogadoras fortaleceram a cooperação mútua, mudando frequentemente a direção do ataque e garantindo a precisão das investidas com passes rápidos. Elas criaram oportunidades de gol com jogadas inesperadas através de combinações precisas, ousados chutes de média e longa distância, e investidas pelas laterais e meias-laterais, ameaçando constantemente o gol adversário e oferecendo cenas brilhantes no campo.

De acordo com os dados analisados, nas partidas contra várias equipes fortes nas Copas do Mundo de futebol feminino sub-20 e sub-17 deste ano, nossas seleções superaram amplamente as seleções adversárias em termos de indicadores técnicos físicos, como a taxa de recuperação de bola, a distância percorrida por cada jogadora e a precisão dos chutes ao gol, demonstrando uma clara superioridade.

As conquistas extraordinárias no esporte, alcançadas pelas valorosas filhas da pátria em competições internacionais passadas e neste ano, são uma nobre expressão do ardente amor à pátria e do caloroso patriotismo, que visam engrandecer e iluminar nossa grande nação com medalhas de ouro.

O estimado camarada Kim Jong Un, apesar de estar extremamente ocupado com os assuntos do país, encontrou-se com as jogadoras e a comissão técnica da seleção vencedora da Copa do Mundo de futebol feminino sub-20 da FIFA 2024 no dia 30 de setembro, na sede do Comitê Central do Partido.

O estimado camarada Secretário-Geral, ao abençoar calorosamente as jogadoras que mostraram o brilhante futuro do futebol feminino da RPDC na Copa do Mundo de futebol feminino sub-20 da FIFA 2024, expressou o desejo de que elas consolidem sua supremacia na Ásia e no mundo, tornando essa posição ainda mais firme. Ele as acolheu com todo o carinho, oferecendo-lhes uma foto comemorativa, um gesto de amor incondicional.

Sob a imensa confiança do Partido-Mãe, nossas jogadoras de futebol e comissão técnica, que receberam a glória e a felicidade de suas vidas, estão cheias de ardente entusiasmo para fortalecer ainda mais o treinamento, com o objetivo de elevar ainda mais a grandeza e a fama vitoriosa da República Popular Democrática da Coreia, conquistando medalhas de ouro e taças em competições internacionais.

Agência Central de Notícias da Coreia

quarta-feira, 20 de novembro de 2024

O juramento de lealdade de fazer de 2024 um ano de vitórias do futebol da Coreia

A brilhante vitória que demonstrou como foi alcançado o prestígio da pátria.

Sobre o fato de nossa seleção de futebol feminino ter conquistado de forma impecável o título da Copa do Mundo de futebol feminino sub-17.

O estimado camarada Kim Jong Un disse como segue:

"Os atletas que participam de competições internacionais, conquistando vitórias e fazendo a bandeira da República tremular, são verdadeiros patriotas e heróis."

O que, de fato, está guardado no coração das nossas jogadoras de futebol, no campo de futebol onde se defende a dignidade e a honra da pátria?

Era uma resolução em que, abraçando as expectativas e os pedidos de inúmeras pessoas que desejavam que se tornassem filhas dignas da pátria, colocaram seus sentimentos em cada passo.

A jogadora Choe Rim Jong escreveu em sua resolução:

"Em outubro, um mês significativo, nós vamos nos lançar ao palco mundial, defendendo a honra e a dignidade da pátria. Ainda ninguém pode decidir o resultado da competição. No entanto, tenho certeza da vitória. Acredito nas habilidades e na força de nossa equipe. No caminho para a vitória, faremos nossos passos juntos, decidindo que faremos a bandeira orgulhosa e digna da nossa República tremular no ponto mais alto do céu do mundo."

Como isso poderia ser apenas o sentimento dela?

Com o coração de quem protege as portas da pátria, a goleira Pak Ju Gyong, que defendeu o gol contra os ataques das equipes adversárias, disse: "A medalha de ouro é preciosa para qualquer atleta, mas a nossa medalha de ouro carrega as expectativas da pátria e do povo, as súplicas dos pais em nossa cidade natal, e os desejos de todos nós. Prometo que, nesta competição, conquistaremos a medalha de ouro e levaremos ao estimado Marechal o relatório da vitória e a mensagem de alegria."

Quanto à resolução da nossa confiável nº 7, Jon Il Chong, que fez uma contribuição decisiva para a vitória da equipe, o que continha nele?

"A nossa meta é o primeiro lugar!

Para nós, não existe segundo ou terceiro lugar. Só podemos conquistar o primeiro lugar e assim retribuir a confiança e o apoio do povo da nossa pátria e das pessoas queridas. Temos a missão de fazer isso. Rumo à vitória!"

A atacante Kang Ryu Mi afirmou que o peso das gotas de suor derramadas se transformaria em uma medalha de ouro, que seria o grandioso toque final da vitória. Assim, ela faria a nossa bandeira tremular por todo o mundo e se tornaria uma filha digna, respondendo às expectativas da pátria e do povo.

E quanto à resolução da capitã da equipe de futebol feminino, Ri Kuk Hyang, o que ela dizia?

"Juro firmemente ao nosso estimado Marechal que faremos de 2024 o ano das vitórias do futebol da Coreia. A vitória é nossa, é eterna, é da Coreia."

Mesmo quando estavam cruzando os campos de competição internacionais, elas nunca esqueceram o juramento de lealdade feito diante da pátria.

De fato, cada gol certeiro que marcaram foi um reflexo do firme compromisso de se tornar uma filha digna da pátria, decidida a levar o relatório de lealdade e vitória, e foi a expressão da ideia e crença inabalável das nossas atletas combativas que correm levando consigo esse objetivo.

Kim Ok Byol

Nossa meta não é a supremacia na Ásia, mas no mundo!

Relembrando os cento e poucos dias de treinamento rumo à Copa do Mundo.

O grande Dirigente camarada Kim Jong Il ensinou como segue:

"Devemos desenvolver nossas habilidades no futebol para que nossos jogadores, ao participarem de competições internacionais, possam vencer as equipes de outros países e assim mostrar o poder do nosso país."

Após a vitória na Copa da Ásia sub-17 da Confederação Asiática de Futebol, realizada em maio de 2024, a emoção das jogadoras, que haviam subido ao pódio, ainda não desaparecia de seus corações.

Foi uma experiência marcante para elas, pois era a primeira vez que competiam em uma competição internacional, e a emoção era imensa. Compreende-se perfeitamente esse sentimento, considerando o estado emocional das jovens da época, que não conseguiam controlar facilmente suas emoções. Contudo, com a Copa do Mundo de futebol feminino se aproximando poucos meses depois, os treinadores não podiam permitir que a equipe se acomodasse.

Nossa meta não é a supremacia na Ásia, mas no mundo!

O técnico principal, Song Sung Gwon, junto com as renomadas ex-futebolistas Ra Mi Ae e Ho Sun Hui, assistentes técnicas, e outros membros da comissão técnica, continuaram refletindo e explorando métodos de treinamento que correspondessem às características físicas das jogadoras, buscando completar a preparação física e técnica com metas de treinamento elevadas.

Os dias de treinamento foram extremamente difíceis, ao ponto de até mesmo algumas das jogadoras mais centrais da equipe não conseguirem suportar os limites, gerando inquietação em seus corações.

O que, então, foi a força que as levantou nesses momentos?

A força que as levantou foi a bandeira da República, bordada em seus uniformes de treino. Quanto mais se aprofundavam na crença do Partido de que somente os atletas poderiam levar a bandeira da República a brilhar sob o céu de outros países durante tempos de paz, mais sentiam a responsabilidade de transformar o campo de treinamento em um campo de batalha para a defesa da pátria, renovando sua determinação de se forjar no calor da preparação prática.

Após o treino diário, mesmo quando o dia acabava, não iam direto para a cama, mas retornavam ao campo de treinamento. Naqueles dias, a atleta Ri Ye Gyong escreveu em seu diário:

"O treino é tão difícil que choro, sinto saudades de casa e choro, meu corpo dói tanto que não consigo dormir, e choro... Mas a cada vez, uma imagem se grava diante dos meus olhos."

A imagem que se gravava diante de seus olhos era a de suas companheiras de pé no pódio da vitória, com a bandeira da República tremulando no céu do mundo, enquanto lágrimas de emoção caíam incessantemente. Pensando nelas, ela erguia a cabeça, limpava as lágrimas e dizia a si mesma:

"Sim, não vou chorar. Eu também subirei ao palco da glória, onde a dignidade da minha pátria será celebrada. Quando chegar esse momento, vamos derramar as lágrimas mais bonitas deste mundo, as lágrimas ardentes de emoção, em resposta ao amor do grande pai e ao ouro da vitória, como filhas da Coreia."

Antes de aprender as habilidades no futebol, as nossas jogadoras já cultivavam o precioso desejo de se tornar atletas de destaque da Coreia Juche, que, sob a orientação do estimado camarada Marechal, fariam a dignidade e a honra da pátria brilhar pelo mundo. Por isso, após cada treino, elas se perguntavam se haviam dado o máximo de si mesmas e, com consciência tranquila, reforçavam suas resoluções e compromissos.

Os treinadores também levaram as jogadoras para apreciar a vista noturna da avenida Songhwa e, ao assistir à apresentação dos jovens estudantes da Escola Primária Ryulgok, no distrito de Songyo, não puderam esconder a emoção. Isso acontecia porque, em seus corações, a paixão por engrandecer a pátria transbordava.

Por isso, as jogadoras enfrentaram com força os pesados desafios físicos, suando ainda mais nos treinos, e continuamente aprimoraram suas habilidades para aumentar a taxa de sucesso por meio do trabalho em equipe.

A habilidade de nossas jogadoras em quebrar as defesas adversárias, que impressionou o mundo, foi refinada e aprimorada durante os dias de treinamento. Antes de dominar as técnicas e táticas para derrotar qualquer equipe forte, nossas jogadoras de futebol feminino já haviam se tornado atletas que sabiam gravar em seus corações os pedidos e as expectativas da pátria e do povo. Assim, com uma determinação inabalável, puderam entrar na competição confiantes.

A vitória não foi alcançada de forma alguma por acaso.

Foi o fervoroso desejo das jogadoras de futebol de engrandecer a honra da Coreia Juche, combinado com a firme determinação de retribuir as súplicas e expectativas de seus pais, irmãos, da pátria e do povo com o melhor desempenho possível, que gerou esse valioso custo.

Assim como nossas jogadoras de futebol feminino, todos os atletas devem dedicar suor e paixão nos treinos para trazer mais medalhas de ouro à nossa pátria. Quando isso acontecer, nossa bandeira vai tremular ainda mais alto no céu do mundo, e o poder da Coreia Juche será multiplicado cem vezes.

Rodong Sinmun

terça-feira, 19 de novembro de 2024

RPDC 🇰🇵 0-1 🇺🇿 Uzbequistão


Pela 6ª rodada da terceira fase das eliminatórias asiáticas para a Copa do Mundo de 2026, a RPDC foi derrotada pelo Uzbequistão pelo placar mínimo, em mais uma atuação pífia, e vê o sonho da classificação ainda mais distante.

Após quase arrancar um empate diante do Irã – que jogou boa parte do segundo tempo com 10 homens – na rodada passada, a seleção norte-coreana foi a campo em Vienciana, Laos, nesta terça-feira (19), precisando, a todo custo, de uma vitória para voltar à disputa pela classificação, mas, na prática, nunca esteve perto de vencer os uzbeques.

Os comandados de Sin Yong Nam – que promoveu as entradas de Ri Un Chol (15) e Ri Il Song (13) nos lugares de Kye Tam (6) e Choe Ju Song (12) no onze inicial – apesar da necessidade urgente da vitória, praticamente não levaram perigo à meta adversária durante todo o primeiro tempo

Por outro lado, o Uzbequistão, que inicialmente encontrava dificuldades na hora da conclusão das jogadas, passou, com o tempo, a chegar com perigo tanto em finalizações de fora da área quanto nas finalizações dentro da área. Mas o gol só sairia aos 44 minutos, quando Fayzullaev finalizou de fora da área e contou com um desvio para abrir o placar.

Com o fim do primeiro tempo, a RPDC encontrava-se mais uma vez na situação incômoda de ter que correr contra o tempo para tentar reverter a desvantagem. Mas o treinador norte-coreano, que já havia tirado Un Chol (15) ainda no primeiro tempo para a entrada de Kye Tam (6), não promoveu nenhuma mudança na equipe. Pior, foi a seleção uzbeque quem teve a iniciativa na primeira parte do segundo tempo. Logo aos 7 minutos, Abdiholiqov perdeu uma grande chance dentro da área.

A falta de criatividade ofensiva da seleção norte-coreana era gritante. Embora tivesse a bola, não conseguia desenvolver as jogadas, errava passes e lançamentos com frequência, e era fácil para o adversário evitar qualquer perigo. A primeira boa oportunidade surgiu com Choe Ok Chol (14), que finalizou de fora da área aos 28 minutos. Nesse momento, já haviam entrado Pak Kwang Hun (22) e Jong Il Gwan (11), mas ambos pouco conseguiram acrescentar.

A seleção do leste asiático teve mais uma vez a sorte de um pênalti concedido a seu favor aos 39 minutos, o que ainda resultou na expulsão do defensor adversário por colocar a mão na bola. Porém, mais uma vez, a oportunidade foi desperdiçada. Dessa vez, foi Jong Il Gwan (11) quem perdeu.

Com superioridade numérica, a RPDC se mandou ao campo ofensivo nos minutos restantes, ao menos tentando evitar mais uma derrota, mas pouco conseguiu levar perigo à meta uzbeque. A única boa oportunidade de fato surgiu com Ju Song (12) aos 45 minutos, quando levou o goleiro adversário a fazer uma bela defesa.

Depois de oito minutos de acréscimos, com pouquíssima criatividade ofensiva, o árbitro apitou e encerrou mais uma atuação abaixo da crítica da seleção norte-coreana, que segue na última colocação do grupo A.

Nos outros jogos do grupo, o Irã venceu o Quirguistão por 3 a 2, enquanto os Emirados Árabes Unidos golearem o Catar por 5 a 0.

O próximo compromisso pelas eliminatórias asiáticas será contra o Catar, em Al Wakrah, no dia 20 de março de 2025. Mas, antes disso, em dezembro, a seleção norte-coreana disputará as eliminatórias para a Copa do Leste Asiático de 2025. O primeiro adversário será Guam, no dia 8 de dezembro.

Jogaram: 1-Kang Ju Hyok, 14-Choe Ok Chol, 3-Jang Kuk Chol (C), 16-Kim Yu Song, 4-Kim Pom Hyok, 15-Ri Un Chol (6-Kye Tam 34"), 17-Kang Kuk Chol, 20-Paek Chung Song (22-Pak Kwang Hun 70"), 13-Ri Il Song, 10-Han Kwang Song (12-Choe Ju Song 88") e 9-Ri Jo Guk (11-Jong Il Gwan 70")

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quinta-feira, 14 de novembro de 2024

RPDC 🇰🇵 2-3 🇮🇷 Irã


Na quinta rodada da terceira fase das eliminatórias asiáticas para a Copa do Mundo de 2026, a RPDC sofreu mais uma dura derrota, que a deixa ainda mais distante do sonho da classificação.

Após uma derrota vexatória diante do Quirguistão na rodada passada, a seleção norte-coreana enfrentava a difícil tarefa de vencer o Irã, uma potência asiática, líder do grupo A e adversário contra o qual nunca havia vencido na história.

Jogando como mandante mais uma vez no Laos, os comandados de Sin Yong Nam até tentaram resistir ao poderoso rival, mas logo desmoronaram devido a descuidos defensivos, que permitiram ao Irã aplicar um imponente 3 a 0 ainda na etapa inicial.

 RPDC até teve algumas oportunidades no primeiro tempo, com Han Kwang Song (10) fazendo o goleiro iraniano trabalhar, mas, com o passar do tempo, a bola ficou totalmente sob domínio da seleção iraniana, que passou a chegar com cada vez mais perigo. Assim, o Irã marcou o primeiro gol aos 29 minutos, com Ghayedi, em bela assistência de Taremi.

A seleção norte-coreana, falhando com frequência na marcação e deixando espaços — o que é fatal diante de uma equipe poderosa — não conseguiu reagir bem ao gol sofrido e acabou levando mais dois gols, aos 41 e 45 minutos, ambos marcados por Mohebbi.

Parecia que o jogo já estava decidido. Talvez uma goleada ainda maior estivesse por vir. Ou será que o Irã tiraria o pé e se pouparia para a próxima rodada? Esse pensamento foi reforçado ainda mais pelo fato de o treinador norte-coreano não ter promovido nenhuma mudança na equipe.

Porém, o futebol mais uma vez provou que um lance pode mudar o contexto da partida. Logo aos 6 minutos, Shojae Khalilzadeh foi expulso por cometer falta em Ri Jo Guk (9), na condição de último homem.

Em vantagem numérica, a seleção norte-coreana passou a dominar a posse de bola e a chegar com mais perigo ao campo ofensivo. Por outro lado, o Irã já não conseguia mais levar perigo e raramente conseguia encaixar um contra-ataque.

Em vantagem numérica, a seleção norte-coreana passou a dominar a posse de bola e a chegar com mais perigo ao campo ofensivo. Por outro lado, o Irã já não conseguia mais levar perigo e raramente conseguia encaixar um contra-ataque.

Esse ânimo poderia ter sido dissipado logo depois, mas Kang Ju Hyok (1) defendeu a cobrança de pênalti de Taremi, permitindo que os norte-coreanos lutassem até o fim pelo empate.

Ri Jo Guk (9) perdeu duas grandes oportunidades dentro da área - uma acertou o travessão - e Pak Kwang Hun (22), que entrou no segundo tempo, também perdeu uma excelente chance já nos minutos finais.

Sin Yong Nam colocou até o defensor Jong Kum Song (23) como centroavante e promoveu a entrada de Jong Il Gwan (11), enquanto a equipe apostava em bolas lançadas para a área, mas não conseguiu o empate.

Com o resultado, a RPDC, além de permanecer na última colocação do grupo A por mais uma rodada, vê também desaparecer a possibilidade de classificação direta, restando-lhe apenas uma pequena chance de garantir uma vaga na quarta rodada, que é concedida aos terceiros e quartos colocados do grupo.

O próximo compromisso, pela sexta rodada, será contra o Uzbequistão, novamente no Estádio Nacional do Laos, na terça-feira (19).

Nos outros jogos do grupo, o Catar venceu o Uzbequistão por 3 a 2, enquanto os Emirados Árabes Unidos derrotaram o Quirguistão por 3 a 0.

Jogaram: 1-Kang Ju Hyok, 14-Choe Ok Chol, 3-Jang Kuk Chol (C), 16-Kim Yu Song, 4-Kim Pom Hyok, 6-Kye Tam (15-Ri Un Chol 68") 17-Kang Kuk Chol, 12-Choe Ju Song (22-Pak Kwang Hun 68"), 20-Paek Chung Song, 10-Han Kwang Song (11-Jong Il Gwan 73") e 9-Ri Jo Guk (23-Jong Kum Song 90")

Melhores momentos

terça-feira, 12 de novembro de 2024

História da Copa do Mundo

Conhecimentos gerais internacionais

(1)

A Copa do Mundo é o principal palco de competições de futebol organizado pela Federação Internacional de Futebol (FIFA), atraindo a atenção e os olhares de todo o mundo.

Neste palco de competição, não apenas se desenrolam cenas incríveis que cativam os corações dos fãs de futebol e especialistas, mas também as características e tendências do desenvolvimento do futebol mundial são refletidas de forma concentrada, permitindo vislumbrar um futuro mais brilhante para o futebol.

O futebol, que surgiu como um jogo de chutar uma bola há centenas de anos, se espalhou e se tornou popular em vários países, seguindo um caminho de desenvolvimento constante.

À medida que o futebol se espalhou amplamente e se desenvolveu rapidamente, tornou-se urgente a criação de uma organização de futebol para unificar as regras do jogo e liderar o desenvolvimento das técnicas de futebol em uma escala global.

Em 21 de maio de 1904, representantes das federações de futebol de sete países – França, Bélgica, Espanha, Países Baixos, Dinamarca, Suécia e Suíça – se reuniram em Paris, França, e fundaram a FIFA, uma organização global.

O futebol tornou-se um esporte oficial nos Jogos Olímpicos a partir dos Jogos Olímpicos de Londres, em 1908. No entanto, como apenas jogadores amadores (entusiastas) podiam participar das competições de futebol olímpicas, os jogadores profissionais ficaram excluídos. Isso gerou a necessidade de organizar uma competição em que todos os jogadores, sejam profissionais ou amadores, pudessem participar.

Em 1928, a FIFA convocou uma assembleia geral em Amsterdã, Países Baixos, e, seguindo a proposta do então presidente da federação, o francês Jules Rimet, decidiu organizar a Copa do Mundo de Futebol a cada quatro anos, entre os Jogos Olímpicos. Jules Rimet, na véspera da primeira Copa do Mundo, doou um troféu de ouro maciço, com 30 cm de altura e 4 kg de peso. O troféu, que retrata uma mulher levantando com as duas mãos uma taça octagonal acima da cabeça, foi nomeado "Copa do Mundo".

Após a morte de Jules Rimet, o criador da Copa do Mundo, em 1956, a assembleia da FIFA reconheceu sua grande contribuição para o desenvolvimento do futebol mundial e decidiu homenageá-lo, renomeando o troféu para "Copa Jules Rimet".

Após o Brasil conquistar o título em três edições da Copa do Mundo, nas edições nº 6, nº 7 e nº 9, o país passou a ser o proprietário permanente da taça em 1970. Posteriormente, a FIFA criou um novo troféu, que representa dois atletas segurando o globo terrestre com as duas mãos, e decidiu que esse novo troféu seria entregue à equipe vencedora. O troféu, feito de ouro maciço, tem 36 cm de altura e pesa cerca de 5 kg. No fundo da taça, os nomes dos países vencedores estão gravados em letras latinas.

A  FIFA passou a chamar esse troféu de "Copa do Mundo da FIFA" e determinou que ele seria propriedade perpétua da federação. Para a equipe vencedora, seria entregue uma réplica banhada a ouro.

A partir desse momento, o nome do torneio foi alterado para "Copa do Mundo da FIFA", sendo comumente chamado de Copa do Mundo (Masculina) ou Copa do Mundo de Futebol Feminino.

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A primeira Copa do Mundo foi realizada em 1930 no Uruguai, com a participação de 13 equipes. Em 1942 e 1946, o torneio não pôde ser realizado devido à Segunda Guerra Mundial.

A partir da 12ª Copa do Mundo, realizada na Espanha em 1982, o número de equipes participantes aumentou de 16 para 24. A partir da 16ª Copa do Mundo, realizada na França em 1998, o número de equipes aumentou para 32. A partir da Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos países da América do Norte, 48 equipes participarão.

A FIFA decidiu organizar a Copa do Mundo sub-20 e a Copa do Mundo sub-17 a cada dois anos, com o objetivo de desenvolver o número de futuros talentos do futebol.

A Copa do Mundo sub-20 começou em 1977.

A Copa do Mundo sub-17 começou em 1985. Até 1989, era disputada com jogadores de até 16 anos. Desde 1991, é disputada com jogadores de até 17 anos.

De 2025 a 2029, a Copa do Mundo sub-17 será realizada anualmente no Catar.

A FIFA reconheceu o futebol feminino como uma modalidade oficial a partir da década de 1970. Desde então, o futebol feminino começou a se desenvolver ativamente em nível internacional. Na década de 1980, um ambiente internacional favorável foi criado para a organização da Copa do Mundo de futebol feminino.

A FIFA organizou em junho de 1988, na cidade de Guangzhou, na China, um torneio internacional de futebol feminino com a participação de 12 equipes.

No mês seguinte, o Comitê Executivo da FIFA decidiu organizar a Copa do Mundo de futebol feminino. Assim, em 1991, foi realizada na China a primeira Copa do Mundo de futebol feminino, atraindo grande atenção do público.

Em 2027, a Copa do Mundo de futebol feminino será realizada no Brasil.

A Copa do Mundo de futebol feminino sub-20 teve seu primeiro torneio em 2002, com jogadores de até 19 anos. Desde 2006, o torneio é disputado com jogadoras de até 20 anos.

A próxima Copa do Mundo de futebol feminino sub-20 será realizada na Polônia em 2026.

A Copa do Mundo de futebol feminino sub-17 começou em 2008. De 2025 a 2029, a Copa do Mundo de futebol feminino sub-17 será realizada anualmente no Marrocos.

Durante o processo do torneio, muitas jogadoras talentosas se destacaram.

No nosso país, a jogadora Kim Un Hwa recebeu a Chuteira de Ouro na Copa do Mundo de futebol feminino sub-20 de 2012, e a jogadora Choe Il Son recebeu tanto a Chuteira de Ouro quanto a Bola de Ouro no torneio realizado este ano.

A jogadora Ri Un Sim recebeu a Chuteira de Ouro na Copa do Mundo de futebol feminino sub-17 de 2012, e a jogadora Jon Il Chong recebeu a Bola de Ouro no torneio realizado este ano.

A Copa do Mundo tem se tornado um evento importante que impulsiona significativamente o desenvolvimento do futebol mundial.

Artigos publicados pelo diário Rodong Sinmun nos dias 10 e 12 de novembro